Bayer

O TABAGISMO AUMENTA
EM 15% O RISCO DE
DESENVOLVER FIBRILAÇÃO
ATRIAL1
, ENQUANTO O
ÁLCOOL ELEVA AS CHANCES
DE 35% A 62%2.

ALÉM DISSO, O CIGARRO E A
BEBIDA PODEM CAUSAR
COMPLICAÇÕES EM QUEM
TEM FIBRILAÇÃO ATRIAL.

CIGARRO POTENCIALIZA
A FIBRILAÇÃO ATRIAL

Fumar e fibrilação atrial não é uma boa combinação. Estudos mostram que mulheres fumantes têm 40% mais chances de apresentar a fibrilação atrial3. Além disso, o tabaco favorece a formação de coágulos, o que pode agravar a doença. O tabagismo também está relacionado a um risco maior de ter embolia pulmonar e trombose.

ÁLCOOL PODE CAUSAR
FIBRILAÇÃO ATRIAL

Consumir bebida alcoólica reduz do fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco, o que pode causar arritmia cardíaca. Das arritmias, a fibrilação atrial é a mais comum e pode atingir pessoas saudáveis, sem qualquer sinal ou sintoma de problema cardíaco. Nestas pessoas, a fibrilação atrial geralmente não é constante, mas, pode se tornar crônica em 25% dos casos. Além disso, existe a fibrilação atrial isolada, que é o tipo de arritmia provocada apenas pelo consumo de álcool ou tabaco.

Quem tem fibrilação atrial paroxística (palpitações momentâneas e que somem por conta própria) também deve diminuir o consumo.

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